Início de grupo

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terça-feira, 24 de abril de 2018

Visita do José, pai do Pedro Campos

Ontem o pai do Pedro veio à nossa escola para fazer uma aula sobre memória.
Fizemos algumas perguntas para nos prepararmos para este encontro:

- Por que os velhinhos tem demência?
-Você sempre sonhou em ser médico?
-Por que não lembramos de quando éramos bebês?
-Por que os bebês não lembram muitas coisas?
-Como a memória funciona?
-Como a memória se comunica com o resto do corpo?
-Como podemos ter uma boa memória?

A gente aprendeu que dentro do cérebro têm umas microcélulas chamadas neurônios e elas passam a informação que vira memória. Quando você precisa, ativa a memória e ela faz você lembrar.
A memória está dentro da gente mas não dá pra ver, não é palpável, é abstrata.
A memória está conectada com os 5 sentidos. As coisas que são mais importantes para nós, lembramos mais, porque falamos mais delas.
Nos bebês, o cérebro ainda está se desenvolvendo, então o bebê sabe poucas coisas.
Todo mundo tem uma memória diferente. Tem coisas que a maioria lembra e coisas que quase ninguém lembra.

Essa visita foi muito boa e ajudou o nosso projeto. Agradecemos muito que o José tenha vindo.




quarta-feira, 18 de abril de 2018

Projeto Eu, Tu, Nós

Em nosso projeto, estamos estudando memória e família. Por isso, assistimos o filme "Viva! A vida é uma festa!"
Nós adoramos e fizemos uma discussão sobre o filme!


Discussão sobre o filme “Viva! A vida é uma festa”


Raul Bonilha: O filme fala sobre memória porque quando as pessoas esquecem de uma pessoa morta da família, ela desaparece do mundo dos espíritos. Também fala da árvore da família e dos costumes, como no livro Drufs. O costume da família era fazer sapato.
Raul Bocchini: O filme também é bem musical.
Lucas: A foto ajuda a recuperar a memória.
João Pedro C.: O filme fala que a gente não pode confiar em todo mundo. É como você diz que ler é super poder Nati, o Del la Cruz matou o amigo dele. O Miguel achava que ele era o tataravô.
Renata: O filme fala muito sobre a memória e música.
Luli: A parte que eu mais acho interessante pro nosso projeto é quando o Miguel canta música pra Inês e ela lembra do papei dela.
Raul Bonilha: Igual no filme do Guilherme Augusto.
Pedro Canal: Era na cidade dos mortos, e quebrou o violão.
João Pedro M.: A família tem um costume, menos o Miguel, mas depois ele faz todo mundo gostar de música.
Lilian: Tem um personagem que nunca esqueceu quando ele morreu, mesmo fazendo muito tempo.
Nati: Quais são os costumes que aparecem no filme?
Pedro Campos: Música, profissão.
Pedro Canal: Dança.
Nati: Datas comemorativas e crenças. Também aparece arte com a Frida.
Bibi: Se a família achava uma coisa ruim, todo mundo tinha que achar também.
Raul Bonilha: O mundo escolhia por ele, não deixavam ele escolher.
Theodoro: Mas música é muito legal, como eles não gostam?
Bibi: A família é um guia porque ensina muitas coisas para você.

“Todo mundo vive de memórias”
“Somos as histórias que contam sobre nós”

Luli: A gente acaba sendo estas histórias porque são muito parecidas com a nossa vida.